domingo, 27 de julho de 2014

Microbiologia 10 edição Tortora; Funke; Case

9 comentários:

  1. O sangue sintético, substância usada para mimetizar e executar certas funções biológicas do sangue. O material se apresenta como alternativa para transfusão de sangue e tem eficácia comprovada no transporte de oxigênio e outras substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Livre de qualquer tipo de infecção e de procedência garantida, a substância é de aceitação universal e adequada para qualquer tipo sanguíneo. Estudos em grande escala estão sendo feitos, mas o sangue sintético pode fazer parte da rotina de hospitais em menos de uma década. Acredita-se que, em 20 anos, será possível produzir 1 milhão de litros por ano. - See more at: http://www.futurodamedicina.com.br/20152015/tratamentos/sangue-sintetico#sthash.ITH1nwJO.dpuf

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  3. Cientistas romenos conseguiram criar um sangue artificial que possivelmente será bem aceito pelo organismo dos seres humanos. Junto com sua equipe, o professor Radu Silaghi-Dumitrescu, desenvolveu o líquido juntando sais, água e a proteína hemerythrin - proveniente de vermes marinhos.
    Eles estão testando o sangue artificial em ratos sem ter problemas. Mas ainda demorará no mínimo dois anos até que sejam feitas tentativas com pessoas.
    De acordo com Radu, as tentativas anteriores fracassaram porque os pesquisadores não conseguiam encontrar uma proteína que mantivesse a substância imune a fatores de estresse. A descoberta de sua equipe não só pode culminar no sangue sintético, mas também abre caminho para a invenção do sangue em pó, o que facilitaria no transporte e resolverá o problema constante de escassez de derivados do sangue os problemas de contaminação.

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  4. Vencida a questão da incompatibilidade, a batalha enfrentada a seguir foi desenvolver processos e métodos que aumentassem a vida útil do sangue, permitindo o seu armazenamento e a formação de estoques. A descoberta das soluções anticoagulantes e conservantes, aliada ao desenvolvimento e aperfeiçoamento dos equipamentos de refrigeração, permitiu a organização dos centros de armazenamento de sangue. Idealizado em Leningrado, em 1932, o primeiro banco de sangue surgiu em Barcelona, em 1936, durante a Guerra Civil Espanhola. O conceito ganhou corpo e expandiu-se durante e após a Segunda Guerra Mundial.
    http://www.institutohoc.com.br/historia/historiadatransfusaodesangue

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  5. O sangue é algo insubstituível e, ao contrário do que aconteceu até o início da década de 1980, o processo transfusional atual é cercado de testes cada vez mais seguros. Com técnicas de triagem cada vez mais sensíveis e sofisticadas, além de novas tecnologias inovadoras, como já mencionado nos comentários acima de sangue sintético tem mostrado um avanço muito grande nesse assunto. Entretanto, é interessante levantar o interesse do governo pela garantia dessa segurança, pois alguns métodos que compõe a triagem sanguínea atual são bastante custosos aos cofres públicos, como o próprio NAT discutido nessa imagem e em outra publicações do blog. O governo deveria estimular a descoberta de métodos nacionais de forma a baratear esse processo e investir o montante livre em campanhas de conscientização de doação por indíviduos que estejam cientes de sua situação e o destino do sangue doado, de forma a diminuir o índice de sangue doado incapaz de seguir para doação.

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  6. Os cientistas têm tentado criar sangue artificial há anos, por motivos óbvios: falta sangue para transfusões nos hospitais de todos os cantos do mundo, apesar de milhares de doações serem feitas. Além disso, mesmo que doações suficientes fossem feitas, em alguns lugares a falta de estrutura para cuidar desse sangue e armazená-lo seria um impedimento para salvar vidas. O projeto HaemO2, da Universidade de Essex, na Inglaterra, pode ser o primeiro sucesso nesse campo, graças a criação de uma molécula transportadora de oxigênio segura que pode ser armazenada à temperatura ambiente durante longos períodos de tempo.

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  7. A implementação NAT (Técnicas de Amplificação e Detecção de Ácidos Nucleicos) para detecção do HBV, além do HIV e HCV nos Bancos de Sangue, em escala mundial, trouxe um considerável avanço na minimização dos riscos de transmissão de doenças por transfusões e transplantes alogeneicos. O NAT baseia-se na amplificação do DNA/RNA por Reação em Cadeia de Polimerase (PCR), em tempo real. A partir de pequena quantidade de cópias de ácido nucléico, atualmente o teste mais sensível para HBV detecta 3,8 UI/mL , pode-se detectar mais precocemente a presença do agente infeccioso, abreviando o longo período de janela imunológica observado nas técnicas tradicionais. No âmbito da Política Nacional de Sangue e Hemoderivados, ainda são necessários estudos de análise de custo-efetividade da implementação desta tecnologia de ponta.

    http://www.roche.com.br/portal/roche-brazil/teste_NAT-HBV

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  9. A segurança do tratamento hospitalar e eficácia dos cuidados prestados são as maiores preocupações dos sistemas de saúde. A transfusão sanguínea tem sido objeto de procedimentos legais e investigações em vários países, nomeadamente no Canadá, Inglaterra. Os hospitais devem ser capazes de evidenciar que a sua prática transfusional é segura, clinicamente eficaz e eficiente. As diretivas europeias obrigam os hospitais a responsabilizar-se por introduzir um sistema de qualidade em partes importantes da cadeia transfusional. Aos serviços de sangue é exigido que sejam mantidos sistemas de gestão de qualidade e que sejam submetidos a inspeções regulares. Os serviços de sangue e os serviços de medicina transfusional devem submeter um relatório anual e ser inspecionados na base desta informação. A notificação de eventos adversos e a capacidade de rastrear cada componente sanguíneo do dador ao receptor, são requisitos legais na UE.

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